Vigilância Sanitária realiza palestra sobre “Capina Química”
Tarumã, 13 de novembro de 2014
A Secretaria Municipal da Saúde juntamente com a Vigilância Sanitária promoveu nesta segunda-feira, 10, e terça-feira, 11, a palestra sobre “Capina Química” que aconteceu no anfiteatro do Centro Integrado de Educação e Cultura – CIEC.
A palestra foi ministrada pelo Engenheiro Agrônomo Sr. Paulo Arlindo de Oliveira da CATI (Coordenadoria de Assistência Técnica Integral) que informou todos os convidados sobre os possíveis danos a saúde, ao meio ambiente e porque a capina química é ilegal, sendo que a capina química é um procedimento que consiste na remoção de plantas invasoras ou plantas daninhas utilizando produtos químicos.
Durante a palestra os participantes tiveram a oportunidade de esclarecer suas dúvidas bem como curiosidade e novidade sobre o tema. “A Vigilância Sanitária é a forma mais complexa de existência da Saúde Pública, pois suas ações, de natureza eminentemente preventiva atuando na Promoção, Proteção, Recuperação e Reabilitação da Saúde”, declarou Simone Goulart – colaboradora da Vigilância Sanitária.
Os agrotóxicos, grupo amplo e diversificado de substâncias químicas que tiveram sua finalidade voltada a combater pragas, outros vegetais e doenças de interesse da agricultura visando a produtividade, tem tido seu uso estendido ao meio urbano de forma banalizada. Dentre estes usos, a capina química vem se estendendo como “mata mato” às cidades, de forma indiscriminada, e não fiscalizada.
Os agrotóxicos envolvidos não tem amparo legal para uso no meio urbano e a Anvisa/MS emitiu nota técnica deste 2010. Diante da exposição a agrotóxicos pelos munícipes e trabalhadores, além do meio ambiente, fauna e flora, a capina química foi priorizada no programa e um Guia para atuação foi elaborado e estratégias de ação estabelecidas para as vigilâncias sanitárias regionais e municipais atuarem no sentido de dar informação orientação para as autoridades municipais (Prefeituras e Câmaras Municipais) e os munícipes quanto ao tema, ilegalidades e riscos à saúde e meio ambiente, aos cidadãos, e ao Ministério Público, em uma campanha para que esta situação de exposição aos agrotóxicos, ilegal e indevida seja eliminada.
Para mais informações ligue: 3329-3024
Assessoria de Comunicação | PMT.